Como todos sabem, Alanna e eu não somos amigas de ontem, mas sim irmãs de muito tempo. Desde que nós temos 7 ou 8 anos de idade, qualquer um que pense "Alanna" sabe que "Kika" vem atrás, e qualquer um que pense "Kika"... Bom, ninguém pensa "Kika". Mas enfim, nós sempre fomos muito grudadas, fazendo tudo juntas e já que todos os dias Alanna estava na minha casa, ela acabou virando da família e os meus pais "adotaram" ela às nossa viagens, almoços fora, idas ao cinema e tudo mais. Às pessoas devem se perguntar de onde que isso tudo começou, então aqui vai uma boa explicação.
Na primeira semana de aula da segunda série do Instituto Social da Bahia, Alanna era a aluna nova da turma mas eu, sinceramente, não estava nem aí porque já tinha todas as minhas "amizades" formadas do ano anterior. Até que indo para algum canto e Alanna vindo de algum canto, nós duas nos esbarramos e fizemos o primeiro contato que não deu em nada, afinal, isso acontece o tempo todo com qualquer um. Mas como ela tinha sido gentil comigo depois do esbarro, eu até que fui com a cara dela.
Algum tempo depois (que hoje eu já não me lembro exatamente quanto), nossa professora Desirê resolveu fazer um mapa de sala que fixava cada aluno com uma dupla pelo ano inteiro para evitar sobras em deveres de casa. Por algum motivo, Desirê resolveu me tirar do lado de Gabriela Palomino (minha amiga desde a primeira série até hoje) e me sentar do lado de Alanna Chemas. Eu nunca tinha tido tantas coisas em comum com ninguém como eu tinha com Alanna.
Depois dali nós começamos a lanchar juntas, ir pra casa uma das outras, e mesmo com algumas mudanças nos novos mapas de sala (cheias de revolta), nada interferia na nossa amizade. Na terceira série eu e Alanna continuávamos juntas o tempo inteiro, criando planetas, fazendo mapas, revistinhas e jogando muito Nintendo 64 até o dedão sangrar. Nós éramos tão juntas que quase endoidamos a professora Lourdinha por ainda não saber fazer divisão já no final do ano. Foi aí que fomos declaradas separadas definitivamente em qualquer mapa de sala, éramos obrigadas a sentar "uma no norte e a outra no sul", a professora deu um escândalo!
A nossa quarta série, por algum motivo, foi meio que apagada da minha memória, então não sei direito o que aconteceu. Só sei que nós nos afastamos um pouco por um curto tempo, mas em Dezembro estávamos juntas de novo em sua festa de aniversário de piscina. Desde então, nós nunca nos separamos novamente, bom... Só fisicamente.
Alanna hoje em dia mora no "sul" e eu no "norte", do jeito que Professora Lourdinha queria. Mas nós duas ainda somos irmãs, grudadas. Tão grudadas que tivemos que fazer um blog juntas. Alanna para mim é uma irmã gêmea que nasceu de outra mãe, e se nós não tivéssemos nos esbarrado naquele segundo, talvez nada disso teria acontecido.
quarta-feira, 1 de agosto de 2012
domingo, 22 de julho de 2012
Tomates Fritos
Ingredientes:- 2 Tomates Orgânicos Vermelhos
- Pimenta do Reino Inteira
- Sal
- Azeite Doce
- Orégano Seco
- Áleo em Pó
- Manteiga
- 1 limão
Preparação:
- Corte os dois tomates em rodelas e deixe-os a parte.
- Banhe a frigideira com um pouco de manteiga e azeite doce
- Espere até o azeite e a manteiga entrarem em uma mistura homogênea e coloque as rodelas de tomate
- Salpique sal á gosto nos tomates, e quebre pimenta do reino e áleo em pó por cima.
- Vire os tomates e repita o processo pelos dois lados.
- Espere até que o tomate libere um liquido consistente e coloque em uma tigela todo o conteúdo.
- Esprema limão por cima dos tomates e está pronto para comer!
quinta-feira, 19 de julho de 2012
Death
Death.Quiet, hidden, while it is exposed.
Death died, death killed. Death.
Beautiful, and bleeding ugliness.
Dry, wet, and soaked.
The decomposition of the corpse at every dead tissue.
Death.
The end. The beginning. The relief. The arrest. Freedom.
Death.
Suicide, murder, genocide.
Singular, plural.
We share a single destination;
Death.
Morte
Morte.Silencioso, quieto, escondido, ao mesmo tempo que é exposto.
Morte morrida, morte matada. Morte.
Linda, e sangrando feiuras.
Seca, úmida, molhada, escarça.
A decomposição do cadáver em cada tecido morto.
Morte.
O fim. O começo. O alivio. A prisão. A liberdade.
Morte.
Suicida, homicida, genocídio.
Singular, mas mesmo assim plural.
Compartilhamos um único destino;
Morte.
quinta-feira, 28 de junho de 2012
Sobre religião, lagartas e prioridades.
Não sei como vou apresentar-me, ou até mesmo explicar todo esse bando de ideias borbulhando na panela de pressão. Aqui, neste blog, ficaram todos os fios de cada teia que teci com minha mente, deixai-os a pár de todas as coisas que aqui forem citadas.
Estava caminhando pelos trilhos de meus pensamentos e acabei disparando-me contra uma carga que na frente havia escrito: "Sobre religião, fome e áfrica".
Incrível, não? fiquei intrigada e na mesma hora entrei no caminhão de carga para sugar o néctar das ideologias.
De repente depositaram 230 mil volts em minha cabeça, focando-se na minha mente, e eu fui absorvendo todas aquelas ideias sobre o Papa, a igreja católica e tudo que a religião passou na época do feudalismo. Contra a ideia de que só a taça de vinho do Papa poderia alimentar muitas crianças no continente sagrado (África).
Me perdi dos trilhos quando o trem jogou-me no meio da floresta do subconsciente. A flor escura e fria do Inconsciente humano. Em sí, a perdição.
Peguei-me no meio das confusões ilusórias do mundo do "cabeça para baixo". Encontrei um cogumelo no chão, e o comi por instinto reptiliano. Ao chegar no meu estomago, o cogumelo evapora-se em cortina de fumaça verde e vira um amontoado de ideias sendo tragadas pelo meu cérebro.
Agora "Alice no País das Maravilhas" se instala no meu terreno. Vejo o coelho branco, Alice, o Chapeleiro maluco, a lebre, os gêmeos, a lagarta fumante.
Novamente por instinto, peguei-me fumando com a lagarta em cima de um cogumelo gigante. Enquanto o narguilé borbulhava, eu vomitava ideias no ar.
Consegui escalar uma árvore e subi nas costas de um lagarto voador, que me levou até o topo das montanhas da prioridade. Lá, existia uma carta com meu nome escrito em cima do envelope. Abri, e li o que tinha: "O que é prioridade?"
Uma mosca passa perto do meu ouvido e eu escuto a resposta pelo seu zumbido: "A coisa mais importante".
Estava caminhando pelos trilhos de meus pensamentos e acabei disparando-me contra uma carga que na frente havia escrito: "Sobre religião, fome e áfrica".
Incrível, não? fiquei intrigada e na mesma hora entrei no caminhão de carga para sugar o néctar das ideologias.
De repente depositaram 230 mil volts em minha cabeça, focando-se na minha mente, e eu fui absorvendo todas aquelas ideias sobre o Papa, a igreja católica e tudo que a religião passou na época do feudalismo. Contra a ideia de que só a taça de vinho do Papa poderia alimentar muitas crianças no continente sagrado (África).
Me perdi dos trilhos quando o trem jogou-me no meio da floresta do subconsciente. A flor escura e fria do Inconsciente humano. Em sí, a perdição.
Peguei-me no meio das confusões ilusórias do mundo do "cabeça para baixo". Encontrei um cogumelo no chão, e o comi por instinto reptiliano. Ao chegar no meu estomago, o cogumelo evapora-se em cortina de fumaça verde e vira um amontoado de ideias sendo tragadas pelo meu cérebro.
Agora "Alice no País das Maravilhas" se instala no meu terreno. Vejo o coelho branco, Alice, o Chapeleiro maluco, a lebre, os gêmeos, a lagarta fumante.
Novamente por instinto, peguei-me fumando com a lagarta em cima de um cogumelo gigante. Enquanto o narguilé borbulhava, eu vomitava ideias no ar.
Consegui escalar uma árvore e subi nas costas de um lagarto voador, que me levou até o topo das montanhas da prioridade. Lá, existia uma carta com meu nome escrito em cima do envelope. Abri, e li o que tinha: "O que é prioridade?"
Uma mosca passa perto do meu ouvido e eu escuto a resposta pelo seu zumbido: "A coisa mais importante".
sábado, 9 de junho de 2012
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